Untitled
peripeciasdesinteressantes:

Remoçar…
ando a pé, um pós outro, tipo ritmo, descompassado breve, mulheres de dentro de mim, que grudam no corpo, seios de coragem. ando a  pé perpetuado, porque quero, escalada de esfregar, sem abrir, brincar de alucina, ilumina, de desdém, do contrair dos músculos. farto vou, molho de cansaço, retalho as dobras, de uma noite nem, destituída, mães, amor que insiste, em ser só sentir, mesmo quando mente.
esse eu, adormecido, um esperar de escuro, procuro, um silêncio vez, de rodeio, de brasa, disputa de corpo casa, procurar, e de se entregar também, porque não, afinal, parar é não seguir, e com isso um esforço a menos, menos desejar de criança, de brincadeira a mais, porque sim, quanto mais a idade avisa, ela mesma, a mesma que diz que não fez tudo que devia, muito tempo depois, ao menor compormisso de lembrar de dizer isso umas dezenas de anos antes, quando força e vontade eram pareias, e vale mais a força por si. ora. do chão não se passa, nem se quiser, nem com toda força.
go, go, melhor em inglês, mais fácil, apenas vá, e só, por sim, a vida é chance demais pra reinventar, catar, brigar, e tudo com ar, e sim respirar, e sim gritar, arrrr.. 
um segundo a mais de doçura, pra ternura do preto cair, essa atração pelo caos que tanto alivia, o medo de ser feliz, e só. 
o sonho não pode acabar, no princípio era amor, e no meio ficou acordado que também, e quando o amor entrou no meio, o meio virou amor, e o que nos resta, eu, você o padeiro e cabelereiro cor bronze, o amor, por mais que fingimos acreditar que não. por mais que não queira. nós contra nós mesmo, e a maturidade da escolha, não do belo e feio, mas sim da soma e do menos.
os monstros moram dentro de mim e de ti, que fecha a porta quando o dia parte, e não abre a porta quando ele chega, de manso, feito água de riacho curto, feito fila de doação de sangue. feito feio.
uma coisa é dizer que  não e assumir, outra coisa é assumir o não. e desse não vejo, mesmo já estando no limear da dor, a vantagem disso, só preguiça, e apontar de culpa. o resto é folclore.
vivamos pra desfrutar, do melhor e pior. mas vivamos pra balançear, o que queremos e o que suportamos, sem dizer que um vem de companhia. posso suportar porque quero, mas posso não querer suportar. escolhas, escolhas. e colher a sua das ex que findam. mas não deixando o sonho acabar.
um brinde a vida e tudo que de tão grande se corre atrás, do perto do sonho.
e o mundo é sujeito.
………………………………………………………….[ Leonardo Avelar ]

peripeciasdesinteressantes:

Remoçar…

ando a pé, um pós outro, tipo ritmo, descompassado breve, mulheres de dentro de mim, que grudam no corpo, seios de coragem. ando a  pé perpetuado, porque quero, escalada de esfregar, sem abrir, brincar de alucina, ilumina, de desdém, do contrair dos músculos. farto vou, molho de cansaço, retalho as dobras, de uma noite nem, destituída, mães, amor que insiste, em ser só sentir, mesmo quando mente.

esse eu, adormecido, um esperar de escuro, procuro, um silêncio vez, de rodeio, de brasa, disputa de corpo casa, procurar, e de se entregar também, porque não, afinal, parar é não seguir, e com isso um esforço a menos, menos desejar de criança, de brincadeira a mais, porque sim, quanto mais a idade avisa, ela mesma, a mesma que diz que não fez tudo que devia, muito tempo depois, ao menor compormisso de lembrar de dizer isso umas dezenas de anos antes, quando força e vontade eram pareias, e vale mais a força por si. ora. do chão não se passa, nem se quiser, nem com toda força.

go, go, melhor em inglês, mais fácil, apenas vá, e só, por sim, a vida é chance demais pra reinventar, catar, brigar, e tudo com ar, e sim respirar, e sim gritar, arrrr.. 

um segundo a mais de doçura, pra ternura do preto cair, essa atração pelo caos que tanto alivia, o medo de ser feliz, e só. 

o sonho não pode acabar, no princípio era amor, e no meio ficou acordado que também, e quando o amor entrou no meio, o meio virou amor, e o que nos resta, eu, você o padeiro e cabelereiro cor bronze, o amor, por mais que fingimos acreditar que não. por mais que não queira. nós contra nós mesmo, e a maturidade da escolha, não do belo e feio, mas sim da soma e do menos.

os monstros moram dentro de mim e de ti, que fecha a porta quando o dia parte, e não abre a porta quando ele chega, de manso, feito água de riacho curto, feito fila de doação de sangue. feito feio.

uma coisa é dizer que  não e assumir, outra coisa é assumir o não. e desse não vejo, mesmo já estando no limear da dor, a vantagem disso, só preguiça, e apontar de culpa. o resto é folclore.

vivamos pra desfrutar, do melhor e pior. mas vivamos pra balançear, o que queremos e o que suportamos, sem dizer que um vem de companhia. posso suportar porque quero, mas posso não querer suportar. escolhas, escolhas. e colher a sua das ex que findam. mas não deixando o sonho acabar.

um brinde a vida e tudo que de tão grande se corre atrás, do perto do sonho.

e o mundo é sujeito.

………………………………………………………….
[ Leonardo Avelar ]

teezyfbabyy-deactivated20110422:

you are the epic fail

teezyfbabyy-deactivated20110422:

you are the epic fail

smandato:

Sid
akwedomagazine:

J’entends un gars dire : “ma copine est black…”

Le mot NOIR est-il si salissant à prononcer?

akwedomagazine:

J’entends un gars dire : “ma copine est black…”

Le mot NOIR est-il si salissant à prononcer?

83liner:

jungsooaddicts:

leeteukismylife:

steambunsforsale:

thesaltandvinegar:

♥

spread like wildfire!

Awww. <3

love it!!!

<3<3<3<3

83liner:

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legendincorporated:

WANT.
coloredbyt:

虹のエッチな巫女さんの画像下さい PINK速報